segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Fnac Agenda

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Passeio pela Serra de Montemuro em fotos

O Encontro do passado fim-de-semana, realizado pelo Clube Náutico de Caldas de Aregos e pela Associação "Aldeia", iniciou-se no passado dia 9 de Fevereiro, pela 10 horas, com uma visita à Cooperativa de Artesanato das Capuchinhas, em Campo Benfeito, onde os participantes tiveram oportunidade de apreciar ao vivo a manufactura de alguns produtos artesanais.

De seguida rumou-se à Gralheira onde decorreu um refastado almoço no "Recanto dos Carvalhos". Ainda a digerir o magistral repasto efectuou-se um passeio pela aldeia e, de imediato, realizou-se um "Curso de Enchidos"... Foram momentos bem dispostos a ver fazer e a encher chouriços e salpicões, que depois foram por todos os participantes visualizados, a defumar, numa casa adquirida para o efeito no centro da Gralheira.
À noite, decorreu uma ida até S. João de Foutoura onde foram apreciados alguns magnificos "peixinhos" do rio Douro, devidamente condimentados.


No dia seguinte, dia 10 de Fevereiro, manhã cedo, deu-se novo encontro em Gosende, para assistir ao vivo, à produção, com arte e engenho, por parte de um artesão da localidade, das famosas "croças".

Neste recanto de Portugal, podemos, também, ver e comprovar o país no seu melhor...

De seguida, rumou-se à Granja de Ovadas, onde se inicou um Percurso Pedestre que nos levaria até à aldeia da Panchorrinha, local onde decorreu o almoço, e a Ovadas de Cima, onde teminaria a "maratona".

A jornada concluiu-se no Mosteiro de Cárquere, local onde as "sobras" foram degustadas e onde os participante acabaram por se penitenciar pelos pecados de gula cometidos durante esta actividade.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Curso de Enchidos


O Clube Náutico de Caldas de Aregos vai organizar, conjuntamente com a Associação Aldeia, um Passeio pela Serra de Montemuro que decorrerá nos dias 9 e 10 de Feveiro. Neste evento, entre outras actividades, será realizado um Curso de Enchidos, com direito a 2 chouriços e 1 salpicão. Os interessados deverão contactar as entidades referenciadas no cartaz promocional para se inscreverem neste fim-de-semana.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

A banhos...


Caldas de Aregos, 28 de Janeiro de 2008

"Encontram-se nesta afamada localidade, cujas águas são as primeiras do País, um quinteto de "penas" que aproveitam a época balnear de Inverno para demonstrar a sua vitalidade neste maravilhoso recanto. Esperam-se, para breve, novas partidas e chegadas..."

O correspondente desta localidade, Ivonne

Aquisição do livro "Douro - Memórias das Caldas de Aregos"

O livro Douro - Memórias das Caldas de Aregos poderá ser adquirido através do Clube Náutico de Caldas de Aregos.
Para mais informações contactar os seguintes telefones: 254 875 823/966 648 970 ou E_mail: cncaregos@hotmail.com

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Apresentação do Douro – Memórias das Caldas de Aregos

No passado dia 21 de Dezembro de 2007, no Auditório Municipal de Resende, realizou-se a sessão de apresentação do livro “Douro – Memórias das Caldas de Aregos” da autoria de Paulo Sequeira e de Pedro Ferreira, com prefácio de António Barreto.
“Douro – Memórias das Caldas de Aregos” é uma viagem ilustrada no tempo e no espaço à realidade histórica e cultural da estância termal da margem esquerda do Douro, nas primeiras décadas do século XX, através de 130 bilhetes postais ilustrados, complementada com textos da imprensa escrita da época. O livro “Douro – Memórias das Caldas de Aregos” mostra, segundo as palavras de António Barreto, “aos vizinhos, aos forasteiros e aos outros que longe vivem, estas Caldas e este Douro que marcaram a nossa história e as nossas memórias”.

sábado, 15 de dezembro de 2007

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Não havia necessidade...


domingo, 14 de outubro de 2007

Cónego Francisco Correia Pinto (1873-1952)

Nasceu na casa da Carreira, nas Caldas de Aregos, em 1873, e ainda pequeno foi viver com os pais para Freigil, donde a mãe era natural, e onde hoje, na Casa do Pereiro, se encontram a sua biblioteca e o seu espólio literário, e em cujo cemitério repousam os seus restos mortais.
Ordenou-se no Porto, em 1897, e doutorou-se em Direito, em Coimbra, em 1904. Homem de raro talento, desempenhou cargos de grande relevo. Foi deputado da Nação (1931/1935), abade de Miragaia e de Nossa Senhora da Conceição, no Porto, capitular e professor de Direito Canónico no seminário dá mesma cidade; juiz pro-sinodal, chantre do Cabido, e brilhou como grande orador; mesmo insuperável nas orações fúnebres.
Morreu em Oliveira de Azeméis, em 1952.
Ainda em vida, foram publicadas, em opúsculos de pequenas tiragens, as seguintes espécies: A lei da separação, Pátria Cristã, Serviço de Deus e Pátria Antiga, sermões; Cardeal D. América, O Homem do Leme, Maria do Calvário, discursos; José Vieira de Castro, Abade Moreira Freire, António da Silva Marinho, orações fúnebres, assim como: Adriano Bandeira; Alexandre Cabral, D. António Barroso e D. Manuel II.
No dia em que completaria 80 anos se fosse vivo (21 de Maio de 1953), o Seminário do Porto promoveu uma grande sessão solene de homenagem em sua honra e memória, presidida pelo então Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira. Foram oradores convidados o Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes e o então Ministro da Justiça, Manuel Cavaleiro de Ferreira, seu particular amigo, do qual transcrevemos o seu discurso na integra.

Cónego Francisco Correia Pinto (I)

“Eminentíssimo Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa,
Exm.º e Revm.º Senhor Bispo do Porto,
Meus Senhores:

I – Quis Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo do Porto, sob o alto patrocínio de Sua Eminência o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, honrar a memória do Cónego Correia Pinto, exaltando-o na sua obra, e na sua vida, engrandecida pela morte, apontando-o como clarão e exemplo que as trevas da morte não extinguiram. À recordação do Cónego Correia Pinto se ajustam melhor que quaisquer outras, as suas próprias palavras: “Recordar estas vidas de recorte acentuadamente cristão, o mesmo devia ser que segui-las no caminho que fizeram. Luzes cada vez mais raras no meio de sombras cada vez mais espessas. A própria morte dá-lhes mais relevo, vigor e eficiência, como o vento faz às chamas na escuridão da noite.”
Concedeu-me, generosamente, Sua Excelência Reverendíssima o privilégio de usar da palavra nesta sessão de saudade. Aceitei-o, como se viesse ainda, ao falar do Cónego Correia Pinto, acolher-me ao calor da sua amizade, sem me dar conta de como é difícil, se não compreender, explicar na sua simplicidade, a sua obra e o seu espírito.
A simplicidade é como a luz; só ela pode iluminar-se a si mesma. Decompô-la é traí-la.
O Cónego Correia Pinto morreu; a morte é companheira da vida. Mas não é separada dele, que a sua obra perdura. Há obras humanas que se fazem e modelam na ânsia de criar imortalidade fora de nós; mas há também uma ânsia de imortalidade que vive em nós, e que, dos espíritos eleitos, se comunica directamente às próprias obras. Tem este carácter a obra do Cónego Correia Pinto; mais do que os parcos escritos que deixou publicar, a sua obra era ele mesmo.Perdoar-se-me-á assim, ao evocar a personalidade do Dr. Correia Pinto, a pretensão ambiciosa de falar da sua obra? Será apenas um testemunho medíocre da sua irradiação, pois que não saberia fazer a análise do seu valor. Sirva-me de desculpa, a convicção de que para a compreender não bastará a inteligência fria.

Cónego Francisco Correia Pinto (II)

II – “O Cónego Correia Pinto foi um semeador de beleza. A oratória serviu-lhe como uma das formas – a maior – de a exteriorizar.
Semeador de beleza, disse eu. A beleza é como a verdade e o bem um conceito transcendental. A razão não cria a verdade, descobre-a; a vontade não é o bem, procura-o e quere-o; o sentimento não produz a beleza, sente-a e transmite-a.
Só o desmedido orgulho humano se compraz em alterar, não poucas vezes, a realidade das coisas, e enganando-se a si próprio, destrói a objectividade do bem, da beleza e da verdade para, sobre o nada, se forjar na mísera plenitude da sua impotência criadora, uma verdade, se oferecer pelo arbítrio da sua vontade, uma moral, se aureolar duma beleza toda feita de irrealidade.
O nada não é susceptível de ser objecto de pensamento, de vontade ou de sentido estético. A beleza não pertence ao artista; este apenas lhe dá forma, porque previamente a sente e compreende. Esta compreensão, esta correspondência subjectiva à beleza das coisas, constitui, se é lícito exprimir-me assim, um modo especial de conhecimento que nos ajuda a vislumbrar a riqueza de alma que possui.
A verdade e o bem são uma tarefa. A verdade escava-se angustiosamente nas profundidades da incompreensão, com esforço tortuante da inteligência, sem que delas arranque mais que magro quinhão do seu conhecimento; o bem procura-se afanosamente na aspereza do caminho, por entre as fraquezas da vontade e as perplexidades do espírito. Só a beleza se revela e se recebe como que numa comunhão do espírito com a eternidade. Aparece como uma visão e como uma visão se contempla. Semelha assim aquela apreensão directa das coisas que na inteligência humana só surge como um fogo fátuo a bruxulear intermitente e inseguro, – e no entanto é fugaz e fugidia participação no entendimento angélico.
Estranha e misteriosa semelhança esta da inteligência sobrehumana e do modo de apreensão da beleza... Talvez neste mistério esteja a explicação da raridade daqueles a quem se revela no seu esplendor. O Cónego Correia Pinto embebera nela o seu espírito como se o penetrasse uma radiosa projecção da graça de Deus: recebera-a como dom gratuito e como dom a espalhava ao derredor...
Ouvi-o pregar apenas uma vez. Foi nas exéquias solenes celebradas na Sé do Porto quando do falecimento de Sua Santidade o Papa Pio XI. A sua voz, profunda e doce, acordava no auditório plangências de dor, ao evocar a morte, espargindo, por entre dobres a finados, nas naves do templo, a tristeza do fim das coisas para, em seguida, o guiar mansamente, com a alma de joelhos, ao triunfo glorioso sobre a vida e sobre a morte – sobre a vida que é caminho e sobre a morte que é portal de eternidade. E não me surpreendeu. Engrandecia-o apenas, sem o alterar, a magestade do lugar e a elevação do tema. O convívio diário ensinara-me já a atracção da sua inteligência, a penetração da sua comunicabilidade, o encantamento que transmitia, como que transfigurando-as, as coisas que perpassavam pelo seu espírito.
A mesma augusta simplicidade, o mesmo fulgor sereno e forte da verdade, quer no púlpito em cânticos de glória, quer em conversa amena, na narração de elegância discreta, na confidência sobriamente amorável, ou nas palavras ainda palpitantes do sentimento que traduziam ou a cintilar na ironia que criavam.
No Dr. Correia Pinto a arte era, singelamente, o testemunho do seu espírito.”

Cónego Francisco Correia Pinto (III)

III – “Um testemunho supõe uma realidade e é o reconhecimento da sua verdade. A falta de adequação do testemunho à realidade, da beleza à verdade da criação, é uma mentira e uma falsidade. Desgarrar a beleza de toda a substância, autonomizando-a, utilizá-la como raio de luz, sem sol de que provenha, é criar uma fantástica realidade irreal, em que tão frequentemente se deleita certo modernismo na arte. Ortega y Gasset classificou esta tendência de desumanização da arte e explicou-a pela simples mudança de perspectiva. As coisas estão, em si mesmas, sujeitas a uma ordem natural, hierarquizadas no todo a que pertencem. Uma arte que destrói essa ordenação e altera essa hierarquia pode criar-se a ilusão de forjar lampejos de beleza porque, tanto a vontade, como a ciência, como a beleza por um acto de rebeldia do orgulho maléfico podem ser instrumentos de tirania, de erro ou de corrupção.
Mas só o respeito pela ordem criada, donde emana a beleza, dá dignidade à arte. A inferiorização do que é mais alto ou a exaltação do que é inferior na estrutura universal redunda numa deformação ou numa rebeldia. A arte é, então, forma a contradizer a deformação, e embelezar o mal.
De todas as artes, a oratória é a mais próxima da vida e talvez por isso a mais perigosa nos seus desvios. O expressionismo da pintura e da escultura afaga sobretudo os sentidos; a música delicia o espírito; a arquitectura faz vibrar a inteligência, mas a palavra a tudo se acomoda tudo cria, actuando sobre o homem em corpo e alma, na sensiblidade e na razão.
A beleza contém graus, pela sua correspondência ao objecto ou tema, e neles se reflecte assim a hierarquia duma ordem. Sem cair na retórica vazia, feita do torpel de palavras sonoras e deslocadas, ou impertinentes e sem sentido, a arte preocupa-se com o adorno da frase, realçando pormenores, prolongando o virtuosismo da cadência do discurso, e amplificando, ao espelhá-lo em imagens, o próprio tema.
Há, porém, um estilo que renuncia a todo o adorno para deixar refulgir na sua limpidez e na sua austera magestade – ia mesmo a dizer, na sua voluntária pobreza –, a grandeza e a magnificência das coisas. É o estilo mais difícil e mais raro. Mas, então, a oratória não rebrilha ou empalidece ao favor das opiniões correntes e não depende da moda nem do tempo, porque consegue captar num momento, o fulgor intemporal da beleza e comunicá-lo tão naturalmente como a superfície dos mares reflecte a luz das estrelas.
O Dr. Correia Pinto, no exórdio da oração fúnebre de Dom Manuel II escreveu avisadamente, quase a apreciar-se a si mesmo, o que eu tenho tentado dizer: “As coisas verdadeiramente grandes não pedem acrescentamentos”.
Era assim o seu estilo. Arte, sem artifício, claridade sem matizados tons, beleza sem atavios. Na oratória sacra, perante a beleza incriada, são os céus a falar: “Coeli enarrant gloriam Dei”.”

Cónego Francisco Correia Pinto (IV)

IV – “Na simplicidade da sua vida, na clareza dos seus desígnios, no equilíbrio das sua ideias e na rectidão e serenidade de todos os seus actos, o Cónego Correia Pinto produzia em todos que dele se acercavam profunda impressão. Debalde se procuraria analisar cada um dos motivos, porventura em si mesmos inperceptíveis, que a determinavam. Eram necessariamente diversos, mas creio filiarem-se todos numa forte característica que repassava toda a sua personalidade: a quietação do espírito, consequência do seu descanso em Deus.
Viveu duas épocas psicologicamente diferenciadas. Na sua mocidade contemplou, ainda no seu apogeu, a crença no progresso indefinido, testemunhou à sua volta a confiança infantil dos homens na sua capacidade de demiurgos da história e da técnica. Assistiu às convulsões de duas guerras mindiais. E pôde verificar como à presunção falaz da redenção do homem, como novo Prometeu, por suas mãos, sucedeu a desesperança, de envolta com a “tristeza do século” de que fala S. Paulo. Sentiu alastrar como que um negrume sobre as ilusões dos homens, incapazes de conduzir a história, de garantir a felicidade, de antever o futuro, e como fim, mais do que catástrofes.
E as doutrinas, como os acontecimentos, ao sucederem-se insuspeitadas e vertiginosas, não o perturbaram. A instabilidade na dúvida permanente, a variedade bizarra de opiniões, o desassossego interior instalam-se nos espíritos pusilânimes a vaguear, errantes, pela tentação de se fugirem, na esteira dos acontecimentos, das imagens movediças, dos entusiasmos, das ninharias exaltadas, que se atropelam no mundo em desordem.
O espírito do Cónego Correia Pinto, porém, morava em si mesmo. Assente na firmeza inabalável da esperança, derramava sobre a inquietação do ambiente a tranquilidade dos corações fortes.
Nada de grande lhe era estranho; só nas almas grandes cabe a grandeza das coisas. Mas esse contacto espiritual com a grandeza não se estiolava degenerando, como é tão vulgar, em preciosismo de atitudes ou altanaria.
Era antes motivo e razão de humildade, acolhedora e simples. Humilde, porque consciente da posição do homem como criatura, olhava de frente, sem temor, as coisas grandes, como pertencentes à própria grandeza.
Creio, de resto, haver uma ligação subtil entre a sua humildade e a ironia que, frequentemente polvilhava os seus comentários ou sublinhava as suas apreciações. Alguém classificou já a ironia de humildade natural e, na verdade, a ironia, como leve sorriso, incrédulo mas benevolente, desfaz a presunção e, como graciosa sabedoria, estimula a fraqueza. Reconduz, sem dureza nem afectação, de maneira humilde, e até com a brandura da compreensão, à ordem natural, à harmonia da criação, os desvios dos homens e das coisas.
E a harmonia da criação casava-se no Dr. Correia Pinto com a sua harmonia interior. A harmonia é a ordem sentida sob o signo da beleza. O mesmo espírito dominou, por isso, a obra e a vida do Dr. Correia Pinto.
A beleza e a virtude não perecem com o tempo. A beleza é intemporal, porque refulge, como a verdade absoluta e como o bem supremo, na glória de Deus.
D’além do tempo, o espírito do Cónego Correia Pinto continua a falar-nos.

É ele que nos fala, no fulgor da sua obra e no exemplo da sua vida. É – na expressão dele e tão ao seu estilo – é a morte... “a morte a falar à vida”.”

Manuel Cavaleiro de Ferreira
(Ministro da Justiça de 6 de Setembro de 1944 a 7 de Agosto de 1954)

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

XX Taça de Portugal de Remo em Aregos






Realizou-se em Caldas de Aregos, no passado dia 10 de Junho, a XX Taça de Portugal de Remo, uma organização conjunta do Clube Náutico de Caldas de Aregos, Federação Portuguesa de Remo e Câmara Municipal de Resende. Ficam aqui algumas imagens da prova.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Caldas de Aregos há cem anos...

Caldas d’Aregos, 29

"Os banhistas continuam a affluir a esta pittoresca terra em número considerável.
No Hotel Costa que se acha installado em razoaveis condições de hygiene e de limpeza, o serviço não tem deixado a desejar.
- Partiu para o Porto o sr. Accacio Veiga Cabral que aqui se achava a uso de aguas.
- Encontram-se aqui os srs. tenente-coronel Neves Ferreira e Joaquim Moreira Pego, de Leça. (…)."

In Jornal de Notícias, 07 de Agosto de 1907

domingo, 30 de setembro de 2007

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Recomeço das obras

O Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos, o segundo maior cais do Douro, logo a seguir a Crestuma, encontra-se praticamente concluído. Para tal, recomeçaram as obras que permitirão a instalação de dois bares e respectivas esplanadas, cuja exploração será concessionada a investidores privados. Prevê-se a sua conclusão durante o mês de Outubro.

domingo, 23 de setembro de 2007

Lazer e desportos náuticos em Aregos


"O Clube Náutico de Caldas de Aregos (CNCA) organizou, uma vez mais, um programa de férias, denominado “Aregos Convida”, destinado à população em geral que decorreu durante o Verão. As iniciativas, de carácter desportivo, tiveram o apoio da Câmara Municipal de Resende, Juntas de Freguesia de Miomães e Anreade, Instituto Português da Juventude e Clube Naval Infante D. Henrique (CNIH) de Valbom/Gondomar.
Assim, foram dinamizadas as modalidades de Remo, Canoagem e Vela, contando para isso com formadores do CNIH e do CNCA, e com o apoio de jovens do Programa Ocupacional de Tempos Livres (OTL). Um contributo para a animação da albufeira em tempo de descanso e de lazer, dando vida a este novo espaço requalificado.
A culminar este projecto, que teve como principal objectivo, para além da ocupação do tempo livre dos jovens, a captação de atletas para a modalidade de Remo (uma das apostas da actual Direcção), o CNCA recebeu 35 jovens remadores do CNIH, de 30 de Agosto a 2 de Setembro.
Durante estes dias, foram proporcionados a estes jovens e a todos aqueles que se inscreveram na formação do Projecto “Aregos Convida” (cerca de 20), diversas actividades, entre as quais uma visita ao concelho (dia 31), um percurso pedestre pelas freguesias de Anreade e Miomães, tendo por “pano de fundo” a localidade de Caldas de Aregos (dia 1), e uma Regata de Remo (dia 2).
Fernando Almeida salientou o entusiasmo que observou durante a formação nas diferentes modalidades especialmente no Remo, que decorreu durante 5 semanas, e a adesão de um número significativo de jovens. “O primeiro passo do Remo julgo ter sido um sucesso e a motivação de alguns jovens do concelho é algo que deve ser apoiado”, referiu".

In Jornal de Resende, Setembro 2007

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Férias desportivas 2007


“Em colaboração estrita com o Clube Náutico de Caldas de Aregos (CNCA) e a Câmara Municipal de Resende, o Clube Naval Infante D. Henrique realizou o encerramento das ferias desportivas de Verão 2007 em Caldas de Aregos.
Foi uma excelente jornada de convívio e de Remo. Remamos em conjunto com os atletas de Aregos, fizemos passeios lindíssimos a pé, viajamos a convite da Câmara Municipal de Resende pelos pontos de maior interesse da região, fomos convidados pelas instituições hoteleiras da região para jantares de grande qualidade.
Encerramos, como não poderia deixar de ser, com uma prova de Remo com mistos de atletas experimentados com os benjamins da modalidade.
O CNCA fez um excelente trabalho de arranque da modalidade no local que tem óptimas condições para Remar.
Pensamos que com o apoio de todas as entidades interessadas e com a enorme disponibilidade demonstrada pelos dirigentes do CNCA teremos um excelente Clube de Remo a despontar neste local maravilhoso.
Os nossos agradecimentos à Câmara Municipal de Resende, ao Hotel Douro Park, ao Restaurante “O Caldas”, a todos os locais e sobretudo ao CNCA que foi inexcedível em hospitalidade e vontade de singrar.”

O Presidente da Direcção d’O Infante, Vítor Sousa

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